Conheci outro D pelas ruas de São Paulo. Entre os pontos em comum com o primeiro está o nome, não exatamente igual, mas uma variação do outro, também cheio de vogais, com a terminação “son”.

“Eu fui colocado no mundo para morrer”, anunciou ele logo nos primeiros minutos de conversa. Sua história é menos trágica do que a sua frase sugere, mas não menos interessante.

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