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O melhor da vida na nuvem

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O que sobrevive

Gonçalo Anes é conhecido na terra de Camões como Bandarra, palavra relacionada à boemia ou vadiagem, segundo me contaram lá na sua terra, a aldeia de Trancoso. Ele ganhou tal acunha pelas noitadas nas tabernas, o que de forma alguma o definiu. Nascido no fim do século XV, esse personagem tornou-se uma figura ilustre na sua região e no seu país.

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Manuscritos são bem mais que rabiscos

Manuscrito, ou códice, de Leonardo da Vinci em exposição em São Paulo

Eu sempre fui fascinada por manuscritos. Sinto neles o convite para mergulhar no mundo do artista ou a prova de que a magia existe e é produzida diretamente no coração e na imaginação do ser humano. Não dá esquecer o esforço e a persistência – afinal, muitas ideias (de livros a engenhocas) nascem de rabiscos feitos em um mísero pedaço de papel. Nem tudo vem à público, nem tudo tem um intuito comercial. É somente uma forma de desenvolver um raciocínio; de perpetuar um sentimento ou uma memória; de organizar as emoções, os fatos, as dívidas, os sonhos. Continuar lendo “Manuscritos são bem mais que rabiscos” →

O Resgate das Heroínas Brasileiras

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Maria Firmina era maranhense, bastarda e negra. Foi também a primeira brasileira a publicar um romance no Brasil. Balduína era carioca e pequenina, mas sua voz poderosa correu o mundo e encantou a gregos e troianos. Josephine nasceu em Paris, cresceu no Rio de Janeiro e, durante cinco décadas, foi a única mulher membro da Academia Nacional de Medicina. Essas são somente algumas heroínas, de carne e osso, resgatadas pela psicóloga Maria Cristina Balieiro. Leia Mais

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