Busca

Doce Viagem

O melhor da vida na nuvem

Retrovisor

Eu já quis ser uma dessas pessoas que nunca olha para trás, mas a verdade é que dou sempre aquela espiadinha pelo espelho retrovisor. Sou dessas que gosta de recordar pessoas e experiências. Às vezes, dou marcha ré e estaciono por um tempo, mais do que deveria, talvez por não estar pronta para a despedida definitiva; às vezes, me deparo com novas perspectivas sobre velhos acontecimentos e sentimentos, algo que só a distância e a idade fazem por nós. Nesses momentos, limpo a lagriminha que embaça a visão e deixo a #gratidão preencher meu peito.

Continuar lendo “Retrovisor”

Nua

De todos os sonhos a se tornarem realidade, 2020 escolheu bem um que
mais se parece pesadelo: sair pelada na rua. A primeira vez (sim, teve mais de uma!) foi em um sábado ensolarado de Primavera. Nas primeiras horas da manhã, a cidade ainda adormecia e até os passarinhos pareciam mais preguiçosos. Lembro da brisa fresca, do colorido da árvores e da sensação de liberdade.

Continuar lendo “Nua”

A promessa de uma valsa

Como a bailarina em uma valsa,

a pétala flanou pelo ar

até pousar no chão.

Sua delicadeza não passou despercebida

principalmente pelo coração,

calado de dor por se recusar a entender

que o fim é um desfecho,

mas também um começo. Continuar lendo “A promessa de uma valsa”

Do barulho desassossegado à euforia silenciosa

36 graus de dia, 28 graus à noite.

Um vento indigesto, quente e seco, de dia; nem uma brisa à noite.

A cortina do meu quarto parecia pregada à janela, e o lençol fino, uma flanela áspera. Nada trazia alívio. Nem vou falar da aflição com o suor que escorria na dobrinha do joelho, com o cabelo grudado na nuca.

Continuar lendo “Do barulho desassossegado à euforia silenciosa”

Para viver um caso de amor

O pedido ou a poesia no banco de madeira (Foto Pessoal)

Era outubro de 2015. Um vento desaforado arrastava as folhas secas pelo chão de concreto e  insistia em embaralhar os galhos das árvores que ciceroneiam os visitantes da Igreja da Santíssima Trindade, em Stratford-upon-Avon. Frank e Ivy passaram, provavelmente, muitas vezes por ali. Deixaram sua presença gravada em um banco de madeira, uma história que passa despercebida por olhares apressados, que pouco registram a natureza abundante ao redor daquele templo.

Continuar lendo “Para viver um caso de amor”

O que teria sido

IMG_8713
Ted’s Point, Old Greenwich, USA (Arquivo Pessoal)

O que teria sido

O que teria sido

O que teria sido Continuar lendo “O que teria sido”

Quando tudo isso passar…

IMG_7178

Quando tudo isso passar

talvez o desconhecido seja eu

pois já não calço os mesmos sapatos

nem me encaixo nos mesmos relatos Continuar lendo “Quando tudo isso passar…”

O Processo

ilustração
Ilustração: autor desconhecido.

 

Mudança

Temida

Sentida

Inevitável Continuar lendo “O Processo”

Blog no WordPress.com.

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: