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Doce Viagem

O melhor da vida na nuvem

Você foi sozinha à China?

Juliana já perdeu as contas de quantas vezes escutou essa pergunta. Sim, ela enfrentou sozinha 30 horas de avião até o outro lado do mundo e passou 14 dias em um país com uma cultura e um idioma nada parecido com o nosso. “A China é altamente singular, é diferente de que tudo que tinha visto e vivido. Lá ninguém fala inglês e ninguém é ninguém mesmo. A comunicação é extremamente difícil. Era como se tivesse presa somente aos meus próprios pensamentos e incapacitada de me comunicar com o mundo”.  Continuar lendo “Você foi sozinha à China?”

A história da menina feita de nuvens

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Todo mundo sabe que o Maurício de Souza se inspirou nos filhos para criar os personagens da Turma da Mônica. A história da Tatiane é semelhante, se não fosse por um propósito muito especial.  Continuar lendo “A história da menina feita de nuvens”

Sem medo de escrever histórias

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Essa é a especialidade de Désirée, que não se cansa de surpreender até quem não a conhece tão bem. Ela não faz isso de propósito, muito menos para impressionar. Segue mesmo o que manda seu coração, mesmo que o caminho seja improvável, ainda que o percurso seja cheio de lombadas e buracos.  Continuar lendo “Sem medo de escrever histórias”

Quem sabe um (outro) dia…

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* Por Juliana da Mota Camargo
Olhando pela janela da vida, em alguns momentos, enxergamos por meio de um vidro embaçado e com névoa a chuva molhando a todos de forma alegre, como se só nós tivéssemos sido privados de todas as possibilidades que a vida carrega. Como se todos conseguissem colher estes momentos de alegria, mas nós não. Como se a vida tivesse escolhido para nós o vazio, ou como se a nós não coubessem escolhas. Para o resto do mundo tudo, para nós nada além de isolamento e culpa.

Deixe aqui uma parte de você!

Respire fundo e imagine: você entra em uma sala, no último andar de um prédio. Sem saber o que lhe espera, segue uma trilha feita não de miolo de pão, mas de folhas de papel. Por alguns segundos, você se perde com a vista do lugar, um magnífico horizonte polido pelo sol. Só que há mais de uma voz ao fundo e elas atiçam sua curiosidade, convocando-lhe para seguir em frente. Continuar lendo “Deixe aqui uma parte de você!”

A beleza de ser quem se é

Há quem diga que lhe falta vaidade, pois uma maquiagem aqui, um retoque ali, lhe rejuvenesceria. Há quem a julgue desinteressante só porque não se rende a títulos e modismos.  Tem, ainda, quem questione sua ambição, ou a falta de, já que não se dá ao trabalho de abarrotar a agenda de compromissos e viver na correria. Ela é assim: não dita regras, não ostenta, não quer impressionar nem convencer ninguém de nada. Não cria inimizades, tampouco desafetos; não se ofende com comparações nem cria caso por isso. Ela é o que é e ponto.  Continuar lendo “A beleza de ser quem se é”

Retratos do Cotidiano (II)

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A cena não passou impune, mesmo com a neurastenia imposta pelo engarrafamento e calor extremo. Em um mundo onde os mandamentos são estraçalhados diariamente, por meio de palavras e ações, pequenos gestos e breves silêncios tornam-se gigantes demonstrações e barulhentos sinais de luz e esperança.

Em uma das avenidas mais movimentadas de São Paulo, sob o sol escaldante e sobre o asfalto incandescente, o funcionário do supermercado permanecia de mãos dadas com o senhor de bengala à espera da permissão para a travessia de pedestres. Com os dedos entrelaçados, ambos mantinham o olhar para o mesmo ponto, lá adiante, comungando do mesmo futuro.

Pela expressão do jovem funcionário aquela não parecia ser mais uma obrigação ou um simples serviço. Via-se ali o respeito e o cuidado com um irmão mais velho, vestido como um garoto, com bermuda e meias esticadas até a canela. Juntos, eles eram a prova de que somos feitos de amor e podemos expressá-lo, mesmo em tempos sombrios e desafiadores. Basta descruzar os braços e esticar as mãos.

Não era só mais uma borboleta…

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…que voava solta pelo mundo. Essa tinha uma missão, que a obrigava a correr riscos. Todos os bichos e insetos do pedaço já tinham se recolhido, fugindo da tempestade de pingos grossos que transformou o dia em noite. Aquela borboleta nem se importou: seguiu seu caminho sozinha, sem medo que isso lhe custasse a vida. Continuar lendo “Não era só mais uma borboleta…”

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