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Doce Viagem

O melhor da vida na nuvem

Para viver um caso de amor

O pedido ou a poesia no banco de madeira (Foto Pessoal)

Era outubro de 2015. Um vento desaforado arrastava as folhas secas pelo chão de concreto e  insistia em embaralhar os galhos das árvores que ciceroneiam os visitantes da Igreja da Santíssima Trindade, em Stratford-upon-Avon. Frank e Ivy passaram, provavelmente, muitas vezes por ali. Deixaram sua presença gravada em um banco de madeira, uma história que passa despercebida por olhares apressados, que pouco registram a natureza abundante ao redor daquele templo.

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O que teria sido

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Ted’s Point, Old Greenwich, USA (Arquivo Pessoal)

O que teria sido

O que teria sido

O que teria sido Continuar lendo “O que teria sido”

Quando tudo isso passar…

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Quando tudo isso passar

talvez o desconhecido seja eu

pois já não calço os mesmos sapatos

nem me encaixo nos mesmos relatos Continuar lendo “Quando tudo isso passar…”

O Processo

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Ilustração: autor desconhecido.

 

Mudança

Temida

Sentida

Inevitável Continuar lendo “O Processo”

A beleza do vazio

 

Ele chegou de mansinho

sem aviso prévio

sem um assobio

sem burburinho Continuar lendo “A beleza do vazio”

Oceano em mim

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Aquiraz (CE)

Basta fechar os olhos

para ouvir o oceano

vasto e esplendoroso

gentil e belicoso Continuar lendo “Oceano em mim”

Entre excessos e carências da quarentena

 

Também confinado, Aurélio saiu, literalmente, do armário nessa quarentena. Foi um conselheiro leal, até se tornar… dispensável. A demissão, sem ao menos um “muito obrigada” ou “até logo”, impôs-lhe uma aposentadoria compulsória. Estava decretado o seu fim. Continuar lendo “Entre excessos e carências da quarentena”

Entre um mundo e outro

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Livros na janela em São Roque (SP): o convite entre dois mundos

Antes mal existia uma porta, que sempre aberta, parecia invisível na casa de cômodo escuro, entulhado de roupas, papelão, móveis, objetos. Só depois da pandemia, a porta azul apareceu, espelhando o gentil céu de outono. Já não passa mais despercebida, com o colorido que impõe à rua vazia. Revelou-se também uma guardiã de segredos – não de itens materiais, mas de valorosas almas humanas. Continuar lendo “Entre um mundo e outro”

Mais um dia ou um dia a mais?

Mais um dia
de silêncio exterior
de balbúrdia interior
de asfixia

Continuar lendo “Mais um dia ou um dia a mais?”

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