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Doce Viagem

O melhor da vida na nuvem

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poesia

O Adeus

A gente não gosta de pensar na morte

porque ela representa um corte

só que talvez não seja assim

ela pode não ser um fim

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Nublado

fui sendo engolida
sem colocar medida
por uma força maligna
discreta e inimiga

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Recado ao cansaço

Sinto-me em um amasso
não em um abraço
sufocada por um laço
que não me deixa dar um passo

Tu me roubas a vida
que fica bem menos colorida
sinto-me desprotegida
e distante da terra prometida

Meu antídoto contra ti é o sol
um verdadeiro farol
que me redireciona na estrada da vida
e me faz fortalecida

De ti sigo sem me despedir
mas já não preciso te agredir
minha fé é o elixir
pois minha alma descansa no porvir

**Poesia originalmente publicada no blog Mais um Café. Confira outras poesias, crônicas e contos clicando aqui.

Até onde…

Até onde vale a pena lutar

Até onde vale a pena insistir

Será que não é melhor descansar

Será que não é melhor desistir

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Mais um dia ou um dia a mais?

Mais um dia
de silêncio exterior
de balbúrdia interior
de asfixia

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Há quem diga…

Foto: Pixabay

Há quem diga / que no confinamento / não há poesia.

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Quando foi?

As folhas e flores do limoeiro do quintal

Quando foi que deixamos de nos maravilhar com a vida?

Quando foi que deixamos de enxergar o sol que pinta de dourado tudo que toca?

Quando foi que deixamos de notar as nuances de azul em um céu de outono?

Quando foi que deixamos de sentir o perfume que a terra exala ao ser tocada pela água gelada e cristalina?

Quando foi que deixamos de perceber como as folhas e flores reagem a convidados inesperados que em sua superfície pousam?

Quando foi que deixamos de sentir o beijo do vento em nossa face e o cuidado da terra sob os nossos pés?

Quando foi que deixamos de ouvir o canto da natureza e a melodia dentro de nós?

Quando foi que deixamos de olhar para o outro, sentado bem ao nosso lado?

Quando foi que deixamos de apreciar o calor do toque, o som da palavra, o brilho no olhar?

Quando foi que deixamos de apreciar o tempo que nos foi dado?

Quando foi que deixamos de nos sentir parte desse Todo?

Quando foi que deixamos de viver em sintonia?

Quando foi de que deixamos de brincar, de respirar, de conviver?

Quando foi?

A Ti, Tempo 

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Foto: Dimitris Vetsikas/Pixabay

Se posso fazer-te um pedido, 
peço que me respondas:
Como fazer as pazes contigo
e encontrar um abrigo 
para tantas prisões que levo comigo? Continuar lendo "A Ti, Tempo " 

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