Cega e esquecida. Esse também foi o destino de outra mulher extraordinária, nascida no século XVIII, dessa vez, em Setúbal, Portugal. Ela foi a terceira dos cinco filhos de um professor de música, que trocou as aulas no interior por um emprego de copista de orquestra na capital. Apostou que lá ele poderia dar mais condições à família extensa – e não estava errado.

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