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Eu escrevi uma carta de amor e coloquei no correio, exatamente como fazia quando era mais jovem. Eu simplesmente ignorei a facilidade da internet: escrevi a carta, preenchi e selei o envelope, fui ao correio, peguei senha e enfrentei pacientemente a fila. Observei, sem pressa, o atendente manchar o envelope com carimbos e selos, respeitando o trabalho que completava meu ritual. Eu nunca esperei uma resposta, porque só precisava expressar o que sentia e o que pensava. Do momento em que aquela carta deixou minhas mãos, eu nunca mais pensei nela, nunca mais olhei para trás. Estava feito.   Leia Mais