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Doce Viagem

O melhor da vida na nuvem

Categoria

Dose Extra

O Processo

ilustração
Ilustração: autor desconhecido.

 

Mudança

Temida

Sentida

Inevitável Continuar lendo “O Processo”

A beleza do vazio

 

Ele chegou de mansinho

sem aviso prévio

sem um assobio

sem burburinho Continuar lendo “A beleza do vazio”

Oceano em mim

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Aquiraz (CE)

Basta fechar os olhos

para ouvir o oceano

vasto e esplendoroso

gentil e belicoso Continuar lendo “Oceano em mim”

Entre excessos e carências da quarentena

 

Também confinado, Aurélio saiu, literalmente, do armário nessa quarentena. Foi um conselheiro leal, até se tornar… dispensável. A demissão, sem ao menos um “muito obrigada” ou “até logo”, impôs-lhe uma aposentadoria compulsória. Estava decretado o seu fim. Continuar lendo “Entre excessos e carências da quarentena”

Entre um mundo e outro

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Livros na janela em São Roque (SP): o convite entre dois mundos

Antes mal existia uma porta, que sempre aberta, parecia invisível na casa de cômodo escuro, entulhado de roupas, papelão, móveis, objetos. Só depois da pandemia, a porta azul apareceu, espelhando o gentil céu de outono. Já não passa mais despercebida, com o colorido que impõe à rua vazia. Revelou-se também uma guardiã de segredos – não de itens materiais, mas de valorosas almas humanas. Continuar lendo “Entre um mundo e outro”

Mais um dia ou um dia a mais?

Mais um dia
de silêncio exterior
de balbúrdia interior
de asfixia

Continuar lendo “Mais um dia ou um dia a mais?”

Há quem diga…

Foto: Pixabay

Há quem diga / que no confinamento / não há poesia.

Continuar lendo “Há quem diga…”

Quando foi?

As folhas e flores do limoeiro do quintal

Quando foi que deixamos de nos maravilhar com a vida?

Quando foi que deixamos de enxergar o sol que pinta de dourado tudo que toca?

Quando foi que deixamos de notar as nuances de azul em um céu de outono?

Quando foi que deixamos de sentir o perfume que a terra exala ao ser tocada pela água gelada e cristalina?

Quando foi que deixamos de perceber como as folhas e flores reagem a convidados inesperados que em sua superfície pousam?

Quando foi que deixamos de sentir o beijo do vento em nossa face e o cuidado da terra sob os nossos pés?

Quando foi que deixamos de ouvir o canto da natureza e a melodia dentro de nós?

Quando foi que deixamos de olhar para o outro, sentado bem ao nosso lado?

Quando foi que deixamos de apreciar o calor do toque, o som da palavra, o brilho no olhar?

Quando foi que deixamos de apreciar o tempo que nos foi dado?

Quando foi que deixamos de nos sentir parte desse Todo?

Quando foi que deixamos de viver em sintonia?

Quando foi de que deixamos de brincar, de respirar, de conviver?

Quando foi?

A Ti, Tempo 

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Foto: Dimitris Vetsikas/Pixabay

Se posso fazer-te um pedido, 
peço que me respondas:
Como fazer as pazes contigo
e encontrar um abrigo 
para tantas prisões que levo comigo? Continuar lendo "A Ti, Tempo " 

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