Foi em um 14 de agosto, há exatos 200 anos, que D. Pedro partiu para apaziguar ânimos em SP.

Ao lado do pai e da avó, foi o primeiro príncipe de uma casa real europeia a por os pés no Novo Mundo. Foi descrito por um embaixador francês como “uma pomba em meio a corujas”. Seu biógrafo Paulo Rezzutti diz que ele era um “homem impulsivo, de riso fácil, de educação abrutalhada e sem refinamento.”

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