O fracasso pode ser assustador, mas nada causa mais medo que o desconhecido. É preciso coragem para enfrentá-lo e, principalmente, para não dar ouvido às vozes contrárias. Adriana sabe bem disso: ela abandonou o curso de Direito quando faltava apenas um ano para se formar. Foi chamada de irresponsável, mas seguiu em frente e não desistiu até encontrar o seu próprio caminho. Leia Mais
Como filhos de Hebe, a deusa da Juventude e da Imortalidade, nós surtamos a cada ruga e fio de cabelo branco. Em maior ou menor proporção, investimos parte do nosso salário e tempo para barrar ou desacelerar um processo que, gostando ou não, é natural. Esquecemo-nos que o mais difícil ainda está por vir: a perda de autonomia, refletida nos passos mais cuidadosos, no fôlego mais curto ou na memória roubada. Como nos preparamos para isso? Como será o nosso futuro? A fotógrafa Nellie esbarrou nessa e em outras questões quando a mãe foi diagnosticada com Alzheimer há mais de dez anos. Leia Mais
Quem nunca quis voltar no tempo e descobrir mais sobre a sua primeira
infância? Em diferentes etapas da vida e por diferentes razões, buscamos
mergulhar nas histórias dos pais, resgatar as primeiras sensações,
descobrir quem fazia parte do círculo social, quais as primeiras reações
e o que, afinal, já nos tornava tão únicos nesse mundo. A Denise e o
Rodrigo apostaram em uma espécie de cápsula do tempo para garantir que
seu filho Otávio, de um ano, possa acessar isso em qualquer idade ou
etapa da sua vida. Leia Mais

“Nós queremos falar de amor, paz, de se comunicar, feminismo, racismo e guerra. Das coisas que estão acontecendo”. Esta declaração foi dada em um período turbulento, marcado por derramamento de sangue, ódio e intolerância. Podia ter sido dada por alguém no Brasil, nos EUA, no Reino Unido ou na Síria. Infelizmente não faltam, nesse quesito, alternativas. Foi dada, porém, por John Lennon, em 1972, durante a sua participação no Mike Douglas Show. Leia Mais

Quando Danielle ganhou aquela câmera fotográfica da Turma da Mônica, ela nem imaginava que limites ultrapassaria com aquela máquina em mãos. Ela tinha apenas seis anos e enxergou naquele momento somente a diversão. Parecia que os encontros e as viagens em família ganhavam novos filtros e até as cores ficavam mais vibrantes, ainda que registrados em filmes de 35 mm. “Nossas câmeras eram nossas companheiras fieis e assim se mantiveram até o lançamento das digitais”. Com os novos recursos, ela passou a fazer vídeos, criar retrospectivas e produzir montagens, tudo compartilhado em seu próprio canal no YouTube.

Foi uma conversa de um quarteirão entre desconhecidas. Poucos minutos de Perguntas & Respostas, mais de um lado que do outro, o suficiente, porém, para definir o caráter, também mais de um lado que do outro. Leia Mais

Ninguém sabia que aquele seria o último encontro. Ray Charles e Elton John tomaram chá, falaram de amenidades e gravaram dois takes de Sorry Seems to be the Hardest Word para o álbum Genius Loves Company.

“Setembro já se acabara, com seu rude calor e sua aflita miséria…
… e Outubro chegou, com São Francisco e sua procissão sem fim, composta quase toda de retirantes, que arrastavam as pernas descarnadas, os ventres imensos, os farrapos imundos, atrás do pálio rico do bispo, e da longa teoria de frades a entoarem em belas vozes a canção em louvor do santo:
Cheio de amor, cheio de amor!
As chagas trazes do Redentor!”



