É assim que Acácio se define. Afinal, a música o escolheu para promover, com ela e por meio dela, a inserção cultural, inclusiva e musical de crianças e jovens de Paraisópolis. Ele mesmo se criou na 2.ª maior comunidade paulistana, para onde se mudou aos 5 anos, após a separação dos pais.
Continuar lendo “Predestinado”Logo nos primeiros minutos de Toscana, uma produção dinamarquesa e italiana da Netflix, uma música me chamou a atenção. A melodia parecia tão… familiar. Espera, Roberto e Erasmo… em italiano?
Pois sim, “L’Appuntamento” é a versão de “Sentado à beira do caminho”, na voz de Ornella Vanoni. A canção foi gravada também por outros artistas. No canal de Andrea Bocelli no YouTube, há um vídeo de um show em Las Vegas, com um comentário que me emocionou:
Continuar lendo “O Som do Amor”
Ganhei um bilhete
e embarquei em uma viagem
não me preparei direito
estava só de passagem
Continuar lendo “O Caminho”Venho hoje pagar uma promessa à lua, que sempre me recorda da fábula dos quatro amigos: o coelho, o furão, o sagui e o lobo.
Eles adoravam se reunir sob as estrelas e contar os causos ocorridos nos vales e florestas. Mais sábio, o coelho falava de coisas que ninguém mais entendia, como os mistérios da natureza.
Continuar lendo “Promessa à Lua”Imagine você que Julia Child morreu em 2004 e nós, ainda, estamos encantados por ela – não só pelas receitas, mas principalmente pela personalidade.
Em “Julie & Julia”, de 2009, ela já tinha fincado uma bandeira no meu coração. Eu cheguei a comprar a autobiografia dela, “Minha vida na França”, tamanho o impacto causado por Nora Ephron e Meryl Streep na versão cinematográfica da obra de Julie Powell.
A HBO Max resgatou-a mais de uma década depois, deixando mais claro para mim a fonte do sucesso da culinarista: a paixão pela vida expressa nos pequenos detalhes.
Continuar lendo “O tempero da vida”O céu já estava escuro, quando passos começaram a ecoar pelo parque vazio.
“Só pode ser um homem”, sussurrou o menino, tentando injetar personalidade àquele eco, ora desalinhado, ora batuta, como se aquele ser corresse de alguma coisa ou para alguma coisa.
Continuar lendo “No parque”
Vejam só esta história: lá na Morada do Coração Perdido, mais especificamente no nº 564 da Rua Lopes Chaves, na Barra Funda, em São Paulo, há um petisco da correspondência trocada por Mario de Andrade com amigos. A minha preferida, até o momento, é a de um modernista menos popular que Oswald e Tarsila.
Continuar lendo “Correspondências da Morada do Coração Perdido”Dizem por aí que La Niña será implacável este ano. A queda brusca de temperatura nos últimos dias foi somente uma amostra do que nos aguarda. Já que hoje é dia de #tbt, vale trocarmos aprendizados da última frente fria. Por exemplo:
Continuar lendo “Memórias úteis de um passado recente”





